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Segunda parcela do auxílio é paga a 2,4 mi de nascidos em agosto

Beneficiários recebem valor em conta digital que pode ser movimentada por aplicativo; saque só será liberado em 11 de junho
 Segunda parcela do auxílio é paga a 2,4 mi de nascidos em agosto
25 MAI 2021
09:29

A Caixa libera nesta terça-feira (25) o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial para 2,4 milhões de trabalhadores informais nascidos em agosto. Ao todo, serão creditados R$ 506,33 milhões para esse público inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) e no site ou aplicativo da Caixa.

O saque para esse grupo será liberado a partir de 11 de junho. Mas os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais. Os beneficiários também conseguem movimentar os recursos usando o Caixa Tem na rede lotérica de todo o Brasil.

Outra opção é utilizar o Pix, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central. A única exceção às transações se dá para os casos de transferência para conta de mesma titularidade.

A nova rodada de repasses começou em abril e terminará em julho, e cada uma das quatro cotas terá valor médio de R$ 250. Mulheres chefes de família receberão R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150. O total de beneficiados no primeiro ciclo, em abril, atingiu 39,1 milhões de pessoas, menos do que os R$ 45,6 milhões estimados inicialmente pelo Ministério da Cidadania.

Neste ano não foi aberto novo cadastro para quem ficou de fora do programa em 2020, mas agora precisaria da ajuda. Serão beneficiadas somente pessoas que já estavam cadastradas pelo Cadastro Único, pelo aplicativo da Caixa ou Bolsa Família.

O Ministério da Cidadania destaca que o pagamento da segunda parcela do auxílio já chegou até o último domingo (23) a 16,55 milhões de pessoas, com um total de R$ 3,43 bilhões de investimentos para o público dos meios digitais e do Cadastro Único.

“A primeira parcela beneficiou quase 30 milhões de trabalhadores informais, muitos deles considerados ‘invisíveis’ antes do auxílio emergencial, e outros 10 milhões do público do Bolsa Família. Nesta segunda rodada, seguimos com o volume de benefícios para alcançar a parcela da população que mais precisa”, afirma em nota o ministro da Cidadania, João Roma.


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