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Inovação e tecnologia potencializam ações de conservação e restauração ecológica da Suzano

Em comemoração ao Dia da Proteção às Florestas, celebrado nesta sexta-feira (17), a empresa apresenta um balanço das ações.
Inovação e tecnologia potencializam ações de conservação e restauração ecológica da Suzano
20 JUL 2020
09:39

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, plantou 12 milhões de mudas nativas nos últimos dez anos nas regiões em que atua. O compromisso é firmado continuamente por meio do Programa de Restauração Ecológica, que emprega técnicas como o plantio de mudas de espécies nativas, condução da regeneração natural e controle de espécies exóticas e invasoras.

 

Em comemoração ao Dia da Proteção às Florestas, celebrado nesta sexta-feira (17), a empresa faz um balanço das ações. São mais de 32 mil hectares em restauração nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Destes, a Bahia detém uma área de 9,2 mil hectares.

 

“São inúmeros os serviços ecossistêmicos gerados pela restauração, como a prevenção da erosão, o controle de pragas e doenças, a regulação e disponibilidade dos recursos hídricos, e a conservação da biodiversidade. A restauração ainda movimenta uma cadeia produtiva que engloba a produção de mudas de nativas, o plantio, a manutenção e o monitoramento das áreas”, explica Tathiane Sarcinelli, analista de Meio Ambiente Florestal da Suzano .

 

No âmbito da preservação, destacam-se os 11 mil hectares distribuídos em 11 áreas na Bahia, consideradas Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs). “Esses locais possuem atributos excepcionais em termos de biodiversidade, pois abrigam espécies raras e ameaçadas de extinção. Isso nos permite colocar em prática ações essenciais, como manter e melhorar o estado de conservação das espécies, a restauração ambiental de áreas prioritárias e a proteção contra incêndios”.

 

A Suzano também se mantém na vanguarda da inovação, investindo em tecnologia que permeia grande parte das iniciativas, alcançando ganhos operacionais e ambientais. Destaque para o pioneirismo ao implantar a tecnologia LIDAR – da sigla inglesa Light Detection and Ranging, que em português significa Detecção de Luz e Alcance - no mapeamento da base de vegetação e definição das áreas de restauração.

 

“Inovações tecnológicas permitem que as análises da empresa sejam mais ágeis, servindo de insumo para planejar atividades de restauração e empregar medidas de proteção da floresta com mais assertividade. Na Suzano, priorizamos um trabalho integrado e assertivo entre as equipes a fim de proteger as florestas e cuidar do nosso meio ambiente, garantindo um futuro mais sustentável para todos”, pontua Tathiane.


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